"todas as noites não saber
em que hora parar
em que degrau de sombra
largar o recado para o nada
que nos queima
as mãos"
Acordo sem o contorno do teu rosto na minha almofada, sem o teu peito liso e claro como um dia de vento, e começo a erguer a madrugada apenas com as duas mãos que me deixaste, hesitante nos gestos, porque os meus olhos partiram nos teus