Os campos, afinal, não são tão verdes para os que são amados
Como para os que o não são
Fernando Pessoa ( Alberto Caeiro )
(Foto de Laura Makabresku)
Acordo sem o contorno do teu rosto na minha almofada, sem o teu peito liso e claro como um dia de vento, e começo a erguer a madrugada apenas com as duas mãos que me deixaste, hesitante nos gestos, porque os meus olhos partiram nos teus