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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018




Os campos, afinal, não são tão verdes para os que são amados 
 Como para os que o não são 







 Fernando Pessoa ( Alberto Caeiro )
(Foto de Laura Makabresku)

sábado, 26 de março de 2016




Pega-me tu ao colo 
E leva-me para dentro da tua casa. 
Despe o meu ser cansado e humano 
E deita-me na tua cama. 
E conta-me histórias, caso eu acorde, 
Para eu tornar a adormecer. 
E dá-me sonhos teus para eu brincar 






 Fernando Pessoa (Alberto Caeiro)

domingo, 14 de fevereiro de 2016




Os campos, afinal, não são tão verdes para os que são amados
 Como para os que o não são







sexta-feira, 23 de outubro de 2015




Uma vez amei, julguei que me amariam,
Mas não fui amado. 
Não fui amado pela única grande razão- 
Porque não tinha que ser.
 Consolei-me voltando ao sol ou à chuva, 
E sentando-me outra vez à porta de casa. 
Os campos, afinal, não são tão verdes para os que são amados 
Como para os que o não são. 







 Fernando Pessoa (Alberto Caeiro)
 (Foto de Cristina Coral)

 (sento-me num lugar escuro e silencioso dentro de mim)



quinta-feira, 23 de maio de 2013

A minha vida


Nunca busquei viver a minha vida
A minha vida viveu-se sem que eu quisesse ou não quisesse.
Só quis ver como se não tivesse alma
Só quis ver como se fosse eterno.




Fernando Pessoa (Alberto Caeiro)

domingo, 9 de janeiro de 2011

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Pietà

Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro da tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.
E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia que tu sabes qual é.

Fernando Pessoa (Alberto Caeiro)