A poesia continua sempre presente:
Ás vezes apenas num verso
e ultimamente cada vez mais no silêncio
Jorge de Sousa Braga
(Foto de Ezgi Polat)
Acordo sem o contorno do teu rosto na minha almofada, sem o teu peito liso e claro como um dia de vento, e começo a erguer a madrugada apenas com as duas mãos que me deixaste, hesitante nos gestos, porque os meus olhos partiram nos teus