Tenho saudades, dizias.
Saudades do que foi, do que está a ser, do que será, sobretudo do que não será
Manuel Alegre (A Terceira Rosa)
Acordo sem o contorno do teu rosto na minha almofada, sem o teu peito liso e claro como um dia de vento, e começo a erguer a madrugada apenas com as duas mãos que me deixaste, hesitante nos gestos, porque os meus olhos partiram nos teus