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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Assim





[...]
Nunca dantes me sentira
tão desinfeliz assim
é que ando dentro da vida
sem a vida dentro de mim



Manuel Bandeira


quarta-feira, 10 de março de 2010

Assim eu quereria o meu último poema




Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.



Manuel Bandeira