até que todas as coisas sejam mudas
Até que um pássaro me saia da garganta
e no silêncio desapareça.
Acordo sem o contorno do teu rosto na minha almofada, sem o teu peito liso e claro como um dia de vento, e começo a erguer a madrugada apenas com as duas mãos que me deixaste, hesitante nos gestos, porque os meus olhos partiram nos teus